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quarta-feira, 6 de maio de 2015

A Hora da Tecnologia Vestível

Uma nova tendência na área da Tecnologia da Informação é a tecnologia vestível (wearable) que está movimentando o mercado com a oferta de relógios, pulseiras, colares e óculos inteligentes, entre outros equipamentos que podem ser usados como peças de vestuário.

Os relógios estão no centro desta movimentação por causa de lançamentos como Apple Watch, além de concorrentes de peso, como Motorola Moto360 e Samsung Gear Fit. Com capacidades que vão além de mostrar horas, como troca de SMS, monitoramento de atividades físicas, exibição customizada de informações e execução de músicas; a ideia central é que o usuário possa, confortável e continuamente, receber as informações que necessita ou deseja.
Segundo a empresa de pesquisa IDC somente em 2014 foram vendidos mais de 21 milhões de aparelhos vestíveis no mundo, em sua maioria relógios inteligentes. Parece pouco, mas com preços que vão de US$ 100 a US$ 17 mil, o faturamento deste nicho de mercado ultrapassou 5 bilhões de dólares, antecipando os volumes de vendas anteriormente previstos.
Outra pesquisa realizada nas 7 maiores economias globais (Alemanha, Brasil, China, EUA, França, Reino Unido e Japão) pelo Morgan Stanley Group mostra que 25% das pessoas consultadas está disposta a pagar de US$ 201 a US$ 300 por um dispositivo destes. Revela ainda que mais sensores, mais conforto, maior potencial de computação, além de informações mais confiáveis são fatores que poderiam motivar o aumento do uso dos wearable.

Embora seja difícil acertar os gostos e desejos deste público exigente, existe um potencial enorme neste mercado que consome aplicativos e serviços, gera oportunidades de trabalho e empreendimentos, sem contar que a ficção científica anda se tornando realidade!

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Wearable Computing::Computador de Vestir

Weareable computing é o termo que empregado para descrever dispositivos computacionais que podem ser vestidos pelas pessoas, como roupas, pulseiras, relógios, colares, óculos e outros; e capazes de prover uma função específica, como um monitor de frequência cardíaca, ou um conjunto de capacidades como os celulares.

Funcionalidades típicas permitem que seus usuário fotografem, filmem, ouçam músicas, troquem SMS e e-mail e naveguem pela internet, em geral, por comandos de voz, toque ou gestos. Ao mesmo que o usuário se torna mais passivo, devido a forma de uso do dispositivo, ele pode receber continuamente informações que necessita ou deseja, facilitando sua vida.

O sucesso desta tecnologia depende de três elementos muito importantes: facilidade de uso, oferta de informação contextualizada e design atraente. A grande maioria das pessoas não usaria um dispositivo complicado, sem informação adequada à situação de uso e que não pareça bacana. Esta não é a tríade que consagrou os dispositivos da Apple?

Já são comuns os wearables destinados a saúde e prática desportiva incluindo aqui os contadores de passos e os monitores de velocidade, temperatura, gasto calórico etc. A maioria são usados no pulso, ou como faixas, poucos nos calçados, mas existe uma tendência para que sejam embutidos nas roupas ou usados de maneira diferente.

Existem algumas jaquetas e casacos que permite a conexão de tablets, celulares, players de música e outros dispositivos, facilitando seu uso e transporte. Mas seria muito mais conveniente se, literalmente, fizessem parte do vestuário, aos invés de serem acoplados ao mesmo.

Além dos dispositivos comuns conhecidos, existem outros avançados comercialmente disponíveis como Google Glass, Samsung Gear, Qualcomm Toq. Outros, como o Apple iWatch, são esperados. Estimativas apontam para um mercado global de US$ 19 bilhões até 2018.

Do ponto de vista militar, muito se pesquisa para criação de trajes que possam agregar funcionalidades de comunicação, visualização avançada (noturna, zoom e outras), acesso à bancos de dados, controle de outros equipamentos e até mesmo camuflagem. Tudo associado com grande resistência e autonomia.

No final das contas, os computadores vestíveis prometem muitas possibilidades, além de grande impulso à internet das coisas. Mas isso é um outro assunto!

Matéria publicada no: Em Foco [24/08/2014, pg.07]
http://www.anchieta.br/unianchieta/pdf_foco/unianchieta_foco_24_Agosto_2014.pdf