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sábado, 25 de fevereiro de 2017

Cursos Gratuitos na FGV

A Fundação Getúlio Vargas, membro do OpenCourseWare Consortium (OCWC) desde 2008, é uma das primeiras instituições de ensino superior brasileiras a oferecer cursos on-line e gratuitos. Isto é, de fato, uma oportunidade a ser aproveitada, principalmente porque existem conteúdos de diversas áreas (Direito, Gestão Financeira, Gestão Empresarial, Tecnologia e várias outras).
http://www5.fgv.br/fgvonline/Cursos/Gratuitos


Segue abaixo uma lista de links para uma seleção dos cursos disponíveis, o que permite obter mais informações e também efetuar as inscrições.

  1. Argumentação Jurídica
  2. Balanced Scorecard
  3. Ciência e Tecnologia
  4. Como fazer investimentos - básico
  5. Conhecimento, Saber e Ciência
  6. Espaço da Universidade na Sociedade
  7. Fundamentos da Gestão de TI
  8. Gerenciamento do Escopo de Projetos
  9. Relevância das Questões Ambientais
  10. Sustentabilidade Aplicada aos Negócios
E existem mais algumas dezenas de cursos além desses. Vale a pena conferir!



terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Cursos Gratuitos na USP

A Universidade de São Paulo disponibiliza uma série de cursos on-line, gratuitos, por meio da plataforma VEduca. É uma oportunidade muito interessante para estudar diversos conteúdos (Física, Saúde, Economia, Inovação, Gerenciamento de Projetos...) de maneira confortável e sem custos. Basta um tantinho de organização e alguma dedicação.

Segue a lista. Escolha um curso e ... aprenda!

  1. Física Básica
    http://www.veduca.com.br/cursos/gratuitos/fisica-basica
  2. Gestão de Projetos
    http://www.veduca.com.br/assistir/gestao-de-projetos
  3. Engenharia Econômica
    http://www.veduca.com.br/assistir/engenharia-economica
  4. Princípios de Sustentabilidade e Tecnologias Portadoras de Inovação
    http://www.veduca.com.br/assistir/principios-de-sustentabilidade-e-tecnologias-portadoras-de-inovacao
  5. Gestão do Desenvolvimento de Produtos e Serviços
    http://www.veduca.com.br/assistir/gestao-do-desenvolvimento-de-produtos-e-servicos
  6. Liderança, Gestão de Pessoas e do Conhecimento para Inovação
    http://www.veduca.com.br/assistir/lideranca-gestao-de-pessoas-e-do-conhecimento-para-inovacao
  7. Gestão da Inovação
    http://www.veduca.com.br/assistir/gestao-da-inovacao
  8. Medicina do Sono
    http://www.veduca.com.br/assistir/medicina-do-sono
  9. Oceanografia - Sistema Bentônico
    http://www.veduca.com.br/assistir/oceanografia-sistema-bentonico
  10. Eletromagnetismo
    http://www.veduca.com.br/assistir/eletromagnetismo
  11. Probabilidade & Estatística
    http://www.veduca.com.br/assistir/probabilidade-e-estatistica
  12. Sistemas Terra
    http://www.veduca.com.br/assistir/sistemas-terra
  13. Produção mais Limpa (P+L) e Ecologia Industrial
    http://www.veduca.com.br/assistir/producao-mais-limpa-pl-e-ecologia-industrial
  14. Instrumentos de Política e Sistemas de Gestão Ambiental
    http://www.veduca.com.br/assistir/instrumentos-de-politica-e-sistemas-de-gestao-ambiental
  15. Fundamentos de Administração
    http://www.veduca.com.br/assistir/fundamentos-de-administracao
  16. Visões do Brasil, Século XIX
    http://www.veduca.com.br/assistir/visoes-do-brasil-seculo-xix
  17. Escrita Científica: Produção de Artigos de Alto Impacto
    http://www.veduca.com.br/assistir/escrita-cientifica-producao-de-artigos-de-alto-impacto
  18. Escrita Científica
    http://www.veduca.com.br/cursos/gratuitos/escrita-cientifica
  19. Tópicos de Epistemologia e Didática
    http://www.veduca.com.br/assistir/topicos-de-epistemologia-e-didatica
  20. Atualidade de Sérgio Buarque de Holanda
    http://www.veduca.com.br/assistir/atualidade-de-sergio-buarque-de-holanda
  21. Economia Monetária - Moeda e Bancos
    http://www.veduca.com.br/assistir/economia-monetaria-moeda-e-bancos
  22. Empirismo e Pragmatismo Contemporâneos
    http://www.veduca.com.br/assistir/empirismo-e-pragmatismo-contemporaneos
  23. Filosofia e Intuição Poética na Modernidade
    http://www.veduca.com.br/assistir/filosofia-e-intuicao-poetica-na-modernidade
  24. Ciência Política: Qualidade da Democracia
    http://www.veduca.com.br/assistir/ciencia-politica-qualidade-da-democracia
  25. História do Brasil Colonial II
    http://www.veduca.com.br/assistir/historia-do-brasil-colonial-ii
  26. Enunciação
    http://www.veduca.com.br/assistir/enunciacao
  27. Libras
    http://www.veduca.com.br/cursos/gratuitos/libras

Além destes cursos, existem outros. Basta explorar a plataforma VEduca!

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Desenvolvedor Poliglota

Poliglota. Segundo o Grande Dicionário Houaiss, adjetivo e substantivo de dois gêneros, cujo principal significado é aquele que sabe ou fala muitas línguas. Este termo é geralmente aplicado para pessoas que falam mais de três línguas. Mas também pode ser aplicado aos desenvolvedores capazes de construir softwares usando várias linguagens de programação.



Neste post vamos discutir (e incentivar) o aprendizado de várias linguagens de programação partindo do argumento conhecido da necessidade de conhecer vários idiomas.

Bilíngue, Trilíngue, Poliglota, Hiperglota


O domínio de vários idiomas é considerando, pela maioria dos recrutadores, um diferencial, que potencializa as qualidades de qualquer candidato, como nesta matéria da revista Exame.

Mas o maior benefício de falar várias línguas é o maior desenvolvimento de empatia, da criatividade, sem contar que é benéfico para o cérebro em qualquer idade, como afirma a revista Deutsche Welle. Não é necessário ser um hiperglota.

Linguagens de Programação

As estimativas sobre o número de linguagens de programação existentes são bastantes imprecisas, mas são várias centenas. Um artigo na DZone lista 256 (duzentas e cinquenta e seis) linguagens de programação diferentes, começando por 4D (4th Dimension), ABAP, ABC, e terminando em yacc, Yorick e Z Shell.

E por que tantas linguagens? O grande número de linguagens de programação que surgiu é justificado por dois fatores principais: evolução e necessidade.

É bastante comum que, após o uso sistemático de uma linguagem de programação qualquer, que sejam observadas limitações em sua sintaxe e até mesmo defeitos em seu projeto. Isto estimula a criação de novas versões desta linguagem. Mas como existem questões comerciais, problemas com retrocompatibilidade e outras, novas versões podem não atender os anseios dos programadores, motivando a construção de novas linguagens derivadas. Isto é a evolução, vista como motor de criação de novidades.

Outra situação é que problemas específicos, difíceis de solucionar com as linguagens disponíveis (ou conhecidas), acabem sendo solucionados por linguagens de programação construídas para esta finalidade ou para este domínio. Aqui a necessidade é a mãe da invenção.

Assim, muitas linguagens de programação são semelhantes, compartilhando uma raiz comum que nada mais é que o modelo conceitual tomado para seus projetos. Partindo da linguagem C (que também foi uma evolução de outras linguagens), do paradigma imperativo, surgiram: C++, que acrescentou o paradigma da orientação a objetos; PHP, voltado para o desenvolvimento web; Java, com sua natureza multiplataforma; C#, uma releitura deste mesmo conjunto de linguagens para a plataforma Microsoft; entre outras.

O que é importante notar é que enquanto algumas linguagens de programação são semelhantes; outras são substancialmente diferentes. E tais diferenças enfatizam os propósitos de cada uma destas alternativas.

Porque ser um Desenvolvedor Poliglota


Exatamente pelo fato de cada linguagem ter sido criada com objetivos claros em mente, a solução de um problema específico pode ser bastante facilitada pela escolha da linguagem de programação mais adequada. Note que a palavra usada aqui é adequada, pois não existe opção correta ou incorreta, mas apenas uma escolha que pode conduzir a melhores resultados no processo de desenvolvimento.

Para que possamos escolher uma linguagem de adequada para a solução de um problema, dois fatores são determinantes: quais linguagens de programação são conhecidas; e quais são convenientes no cenário do problema.

Se não conhecemos linguagens diferentes, não poderemos escolher. E aquela que conhecemos pode não ser a melhor alternativa. Além disso, o cenário do problema é preponderante: se o cliente tem uma coleção de aplicações numa linguagem específica, como propor a construção de um novo software com outra plataforma, que só dificultara a reutilização de módulos e a integração?

Conhecer várias linguagens é, então, uma necessidade do desenvolvedor de software profissional, ou seja, é importante ser um programador poliglota!

Linguagens de Programação Populares


Existem vários rankings, mantidos cuidadosamente por revistas especializadas e outras organizações na internet, interessantes em medir a popularidade das linguagens de programação. Cada índice tem metodologia própria, diferente, mas que mostra uma visão distinta da questão central: qual a linguagem de programação com maior utilização?

Seguem as oito linguagens de programação mais populares segundo os dados colhidos de alguns dos rankings disponíveis para 2016: 
  • TIOBE:
    Java, C, C++, Python, VB.NET, C#, PHP, JavaScript
  • GitHub PYPL:
    Java, Python, PHP, C#, JavaScript, C++, C, Objective-C
  • RedMonk:
    JavaScript, Java, ,PHP, Python, C#, C++, Ruby, CSS
  • English4IT:
    Java, C, C++, PHP, VB.NET, Python, C#, JavaScript
  • IEEE Spectrum:
    C, Java, Python, C++, R, C#, PHP, JavaScript
  • NewRelic:
    Java, C#, C++, JavaScript, PHP, Python, Ruby, C

É fácil notar que algumas linguagens estão sempre nestes rankings, o que é ilustrado na figura que segue. A pontuação atribuída (8 para 1º, 7 para 2º, até 1 para 8º) permite agregar as listas diferentes numa última classificação (última coluna da figura). Lá vemos: Java, C++, Python, C, PHP, C#, JavaScript e VB.NET.

Rankings 2016 das Linguagens de Programação

Java não é surpresa no primeiro lugar. Mas as veteranas C++ e C continuam nas listas das populares. Python vem crescendo em termos de popularidade. PHP e JavaScript são linguagens para web (no criterioso ranking da StackOverflow, JavaScript figura como a linguagem de programação mais usada no mundo). Se outros rankings forem consultados, veremos outras diferenças, como na figura abaixo:



De fato, a colocação nestes rankings não importa quase nada. O que vale, mesmo, é que a linguagem aparece na listagem de popularidade. E aí, a pergunta que não quer calar: você é capaz de programar em várias destas linguagens?

Como é muito provável que seu próximo empregador deseje isto, que seus colegas trabalhem com isso, e que existam muitos projetos que fazem uso destas linguagens, que tal pensar em expandir seus conhecimentos desenvolvendo suas habilidade de programação numas quatro ou cinco destas linguagens?

Espero ter convencido você! Fica a dica!

Para saber mais




domingo, 11 de dezembro de 2016

Aprender sempre::educação continuada e pós-graduação

É unânime! Qualquer gestor de recursos humanos; executivo de empresa de qualquer porte ou segmento; profissional de coaching ou mentoring; especialista em desenvolvimento de carreira; e professor vai afirmar categoricamente: precisamos aprender sempre e ao longo de toda vida.


Por que?

Objetivamente, o trabalho faz parte da vida da grande maioria das pessoas, que, por muitas e diversas razões trabalham e buscam o trabalho como maneira de prover o sustento próprio e de suas famílias; mas também como um caminho para que alcancem seus sonhos, nem sempre materiais.

O exercício de qualquer profissão requer dedicação, esforço e capricho, podendo se apropriar de novas tecnologias, materiais e processos para que aconteça de maneira mais eficiente, lucrativa, benéfica e, por que não, mais proveitosa e prazerosa para todos os envolvidos.

Assim, independente da profissão e do ramo de atuação, a educação e o aperfeiçoamento profissional tem que ser vistos como necessidades constantes, daí o termo educação continuada. Segundo Angélica Alvim, diretora do Mackenzie, "É importante que os profissionais façam especialização e aperfeiçoamento para que se mantenham no mercado". Esta afirmação coincide com o depoimento de muitos profissionais de RH que colocam que, para as empresas de hoje, resolver problemas conhecidos já não suficiente, mas a capacidade e a iniciativa de identificar novos problemas, propor e desenvolver soluções para enfrentá-los.

A grande integração econômica proporcionada pela globalização trouxe enormes facilidades para as empresas em termos de acesso a novos mercados, tecnologias e fornecedores. Mas veio acompanhada de desafios. O principal é a manutenção da competitividade numa situação de multiplicidade de concorrentes, consumidores mais exigentes, transformações sociais constantes e crises, muitas crises.

Segundo Leonardo Trevisan, professor da PUC, o vocabulário empresarial inclui expressões como realidade virtual, internet das coisas, big data, entre outras coisas. Ou seja, as novas tecnologias estão transformando a indústria e as corporações, tornando cada vez necessários profissionais qualificados e especializados.

Este cenário complexo cria uma situação bem simples de ser entendida: sem conhecimento, a vida no trabalho será cada vez mais difícil, até mesmo porque as oportunidades, que sempre existirão, serão encontradas por aqueles que estiverem preparados para enfrentá-las.

Então escolher e concluir um bom curso de graduação é um investimento necessário para se colocar favoravelmente em relação as demandas das empresas. E para que sua carreira possa seguir num crescente, a pós-graduação, na forma de cursos de especialização, mestrado e doutorado, é essencial para galgar posições de maiores responsabilidade e, claro, maiores ganhos.

Ao mesmo tempo, exatamente pelo fato do trabalho ocupar uma parte substancial de nossas vidas, é muito importante aprender com nossas experiências, sejam acertos ou erros, para nos fortalecermos para continuar buscando novas metas.

Aprendizado não é a palavra-chave em tudo isso? Finalizo com a frase de Ylana Muller, professora do IBMEC:
 "Trabalhe para viver. A energia do trabalho deve ser para transformar e realizar".


Para Saber Mais

domingo, 27 de novembro de 2016

Carreira em TI

Estudo recente realizado pela IDC, empresa de inteligência de mercado, estima que o déficit de profissionais de TI no Brasil será menor em 2019 do que em 2015, quando sobraram quase 200 mil vagas na área, que não puderam ser preenchidas devido a falta de profissionais qualificados.

Esta notícia pode ser interpretada de maneiras diferentes, mas complementares:
  • a demanda por mão-de-obra com formação tecnológica é, hoje, bastante alta, e permanecerá elevada nos próximos anos;
  • os esforços do setor privado (substanciais) e do governo (em queda), não conseguiram suprir a demanda das empresas de tecnologia, que vivem, conforme muitos gerentes de RH, uma guerra por talentos;
  • a lacuna de profissionais preparados faz com que os salários oferecidos pelo mercado sejam maiores.
Existe hoje uma necessidade enorme de novos aplicativos móveis e no projeto de sistemas de alta usabilidade, além de sistemas de apoio server-side, com uso intensivo de arquiteturas orientadas à serviço, distribuídas e em nuvem. Alguns números:
  • US$59.9 bilhões de investimento na área de TI em 2015 no Brasil (líder disparado na América Latina).
  • R$19.6 bilhões movimentados pelo e-Commerce no Brasil, apenas no 1o trimestre de 2016; 
  • 170% de crescimento de e-Commerce via smartphones no Brasil;
  • 50% das empresas brasileiras pretendem manter ou aumentar seu projetos em TI;
  • 63% do mercado brasileiro de TI se concentra na região sudeste;
  • Previsão de aumento nos gastos com nuvem em 2017.
Daí serem muito procurados os analistas de sistemas, os cientistas da computação, os engenheiros de computação e outros profissionais com competências para o desenvolvimento de software. A demanda é tão grande que surgiram muitas iniciativas para promover o ensino de programação entre crianças e adolescentes, como forma de incentivar e direcionar um número maior de pessoas para área.

Além dos conhecimentos tradicionais de técnicas de programação, engenharia de software e linguagens como Java e C#, existem oportunidades para aqueles que dominem o Python e o PHP. Já tendeências mais recentes, como aplicativos para cloud computing, big data e web analytics são diferenciais enormes, pois existe um pequeno número de pessoas que dominam estes assuntos. Mas não podem ser esquecidos os conteúdos de outras áreas, bem como (um mínimo) de proficiência em inglês e, quem sabe, outro idioma. 

E não é apenas no segmento de Tecnologia da Informação. A área de  Telecomunicações passa pelas mesmas dificuldades, principalmente no nível técnico, envolvendo a integração de sistemas, incluindo sua segurança. Há quem diga que serão 400 mil vagas em aberto nas áreas de TI & TELECOM até 2020.
Embora o número de cursos ofertados nas instituições de ensino superior tenha aumentado muito nos últimos 10 anos, a procura tem, surpreendentemente, diminuído. As razões para isso são muitas: os problemas enfrentados pelo ensino médio no Brasil; as exigências dos currículos que parecem desarticuladas com as necessidades do mercado; e o desinteresse pelas carreiras em TI, apesar das oportunidades existentes. Isto acaba mantendo ainda mais aquecido este mercado.

E quem já é graduado, ou está prestes a concluir sua graduação, não pode nem pensar em parar de estudar. O caminho do sucesso requer fazer uma pós-graduação ou, no mínimo, buscar certificações profissionais.

Em resumo, quem estiver bem preparado, com conhecimento técnico substancial, e também possuir perfil proativo, vontade de trabalhar e de crescer, não terá dificuldades em encontrar seu lugar!


segunda-feira, 24 de outubro de 2016

V Workshop de Tecnologia de Informação::WTI2016

O WTI2016, quinta edição do evento anual dos cursos de graduação em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Ciência da Computação e Sistemas de Informação do Centro Universitário Padre Anchieta (Jundiaí-SP), foi realizado no período de 24 a 26 de outubro de 2016 com temática centrada nos projetos de software.

O objetivo do evento foi a divulgação de novas tecnologias, metodologias, práticas, serviços e oportunidades de carreira na área de Tecnologia de Informação; além da avaliação e do debate das influências da tecnologia na organização da sociedade, considerando aspectos sociais, econômicos e culturais, incluindo as questões da inclusão e exclusão digital, da igualdade de gênero, raça e credo; além de oferecer motivação para os estudantes no sentido do prosseguimento de seus estudos e desenvolvimento de suas carreiras.

Nesta edição, o evento foi composto exclusivamente de palestras e dirigido ao público interno do UniAnchieta, em especial para os estudantes dos cursos de graduação em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Ciência da Computação e Sistemas de Informação. A programação envolveu três temas chave da Tecnologia da Informação: a arquitetura de software, o gerenciamento de projetos e a domótica.

Programação

Abaixo segue a programação do evento.
  • [24 de Outubro de 2016 | Sala 65 | Prédio 2]
    19h15 | Abertura
    19h30 | O Papel do Arquiteto de Software
    Prof. Ms. Peter Jandl Junior | UniAnchieta
  • [25 de Outubro de 2016 | Sala 65 | Prédio 2]
    19h15 | Abertura
    19h30 | A Importância das Práticas de Gerenciamento de Projeto
    Prof. Ms. Antônio Rogério Tabalipa | UniAnchieta
  • [26 de Outubro de 2016 | Sala 65 | Prédio 2]
    19h15 | Abertura
    19h30 | Aplicações da Domótica
    Prof. Esp. Leandro Pottes | UniAnchieta
Links para download dos materiais compartilhados pelos apresentadores estão disponibilizados em outro post deste blog.

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

5 de Outubro::Dia Internacional do Professor

“Os professores são a força mais influente e poderosa para a equidade, acesso e qualidade na educação.”
Irina Bokova, Diretora-geral da UNESCO.
Em 1994 a UNESCO criou esta data para homenagear todos aqueles que contribuem para a educação, sejam professores ou não, atuando direta ou indiretamente em toda e qualquer atividade de ensino voltada para crianças, jovens e adultos.  O objetivo da criação desta data foi destacar e valorizar o papel fundamental que os professores têm e exercem na sociedade, principalmente quando se consideram os inúmeros problemas enfrentados por aqueles que abraçam esta carreira ao redor do mundo.

No Brasil existe um dia diferente dedicado ao professor, o 15 de outubro, criado por D. Pedro I, Imperador do Brasil, em 1827 por meio do Decreto Imperial que criou o Ensino Elementar no Brasil.  Apesar dos quase 189 anos da comemoração local, a docência tem sido cada vez menos valorizada no país, pois de fato, pouco se faz para garantir sua boa formação, condições de trabalho dignas e, inclusive, o necessário reconhecimento.

Além da celebração anual, a UNESCO, juntamente com os seus parceiros da OIT, PNUD, UNICEF e a Educação Internacional.com divulgam mensagem comemorativa que pode ser vista aqui.

Para Saber Mais


domingo, 13 de dezembro de 2015

Desenvolvimento Profissional e Carreira

Você sabia que existem tipos diferentes de carreiras profissionais? Carreira linear, em Y e até mesmo em W? O pensar e planejar a carreira são importantes, pois todos almejam a plena realização pessoal e profissional!

Uma carreira é um percurso rumo a um objetivo profissional, mas determinado por razões pessoais, em geral motivados pelos desejos de realização e de sentido para vida. É parte da busca de nossa felicidade. Embora não possamos prever o futuro, o planejamento da carreira e a preparação antecipada contribuem muito, pois passamos boa parte de nossas vidas no trabalho.

Uma carreira linear é uma sucessão de ocupações considerada natural. No início os aprendizes e estagiários, que evoluem para funções de natureza júnior, onde as pessoas trabalham com menor independência e sob supervisão. Com o passar do tempo, o amadurecimento profissional conciliado com mais educação formal, permitem galgar posições ditas plenas e depois seniores, sempre com maior autonomia. Nestas últimas é comum que o profissional passe, progressivamente, a coordenar, supervisionar e, finalmente, gerenciar, ascendendo a posições formais de comando, de cunho executivo e de maiores encargos. A cada uma dessas transições para funções de maiores responsabilidades espera-se a conquista de maiores remunerações e, eventualmente, outros benefícios. Uma carreira assim é vista como uma trajetória de sucesso.

Mas nem todos desejam ou querem tais posições de comando, a despeito dos ganhos ou da ideia de sucesso ali contida. É aqui que surge a carreira em Y, que contém uma bifurcação para a evolução em termos de superespecialização técnica ou de gestão organizacional. Mas isto é assunto para uma próxima conversa!

Este texto marca o lançamento do capítulo O Y da Carreira, no livro Competências Profissionais no dia 12/12/2015 em Jundiaí-SP, publicado também no Em Foco, informativo semanal do Grupo Anchieta.

Para Saber Mais

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

IV Workshop de Tecnologia de Informação::Apresentações

O WTI2015, evento anual dos cursos de graduação em Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Sistemas de Informação do Centro Universitário Padre Anchieta (Jundiaí-SP), foi realizado no período de 14 a 17 de setembro de 2015 com a temática de Cloud Computing.


Aqui compartilhamos as apresentações realizadas durante o evento.

[14 de Setembro de 2015]

  • Segurança e Computação em Nuvem
  • Sr. Hildemar Antonio Baldan
  • Slides

    [15 de Setembro de 2015]

    [16 de Setembro de 2015]

    • Cloud Computing
    • Sr. Gustavo Leite de Mendonça Chaves
    • Slides
    Também temos alguns materiais dos minicursos.

    [16 e 17 de Setembro de 2015]

    • Desenvolvimento de WebServices
    • Prof. Juliano S. Marçal
    • Slides

        domingo, 17 de maio de 2015

        O Y da Carreira

        Você sabia que existem tipos diferentes de carreiras profissionais? Carreira linear, carreira em Y e até mesmo carreira em W? Pensar e planejar a carreira são atitudes muito importantes, pois todos almejam a plena realização profissional!

        Como não se pode prever o futuro, a melhor estratégia é sempre a do planejamento e da preparação antecipada. E isto também se aplica à vida profissional, pois, em geral, passamos uma parte substancial de nossas vidas no trabalho, sem contar que as realizações decorrentes de nossa ocupação tem um enorme potencial de trazer muita satisfação, influenciando a qualidade de nossas vidas. Planejamento de carreira e desenvolvimento profissional são, então, elementos importantes neste cenário.

        Vale começar pela definição de carreira, palavra de origem latina (carraria) que possui diversos significados, mas todos envolvendo um movimento ou uma trajetória entre pontos. A ideia central de carreira é um percurso rumo a um objetivo profissional o qual é desejado por muitas razões diferentes, mas quase sempre associadas à necessidade que temos em nos sentir realizados, em dar sentido a nossas vidas, em suma, em sermos felizes. Por isso é comum relacionarmos a ideia de carreira as ocupações oferecidas no mercado de trabalho e também as oportunidades de progresso dentro das empresas e do mercado.

        Existem muitos estudos e pesquisas que indicam que a grande motivação para o desenvolvimento profissional e para o enfrentamento dos desafios inerentes ao trabalho é o sentido de realização. Isto só é possível quando trabalhamos e fazemos aquilo que desejamos, de maneira a satisfazer nossas ambições e desejos. Ao mesmo tempo, trabalhar por obrigação, imposição ou necessidade raramente motiva ou traz tal sensação de realização. Ter uma remuneração elevada pode mascarar esta percepção, tanto que é comum a tentativa de medir sucesso pelo tamanho do contracheque. Ledo engano!

        Se fosse assim, mais de 90% das pessoas do mundo seriam infelizes por não receber os maiores salários. Toda pessoa abastada seria feliz ou muito feliz. Mas na realidade, a felicidade e o sentido de realização são independentes do quanto se possui, pois são frutos da nossa necessidade de realizar, muito embora cada pessoa tenha uma visão própria e diferente do que seja isso.

        Como as pessoas são diferentes, é natural esperar que nem todos persigam uma trajetória profissional padronizada. É aqui que entram os conceitos de carreira linear e carreira em Y. 

        Uma carreira linear é uma sucessão de ocupações, aparentemente natural, onde no início temos aprendizes, estagiários e trainees. Estas ocupações evoluem para outras, de natureza "júnior", onde as pessoas trabalham com menor grau de independência e autonomia, geralmente sendo assistentes de outros profissionais mais experientes (ou mais graduados). Como o passar do tempo, a vivência  e o amadurecimento profissional, muitas vezes conciliado com mais educação formal, permitem galgar posições de natureza "plena". É bastante comum imaginar que, depois disso, o profissional passe a supervisionar, coordenar e gerenciar, ascendendo a posições de comando, inerentemente administrativas e de maior responsabilidade. Espera-se com isso maiores remunerações. De fato, isto pode constituir uma trajetória de sucesso.

        Mas nem todos desejam ou querem tais posições de comando, a despeito dos ganhos ou da ideia de sucesso ali contida.

        A carreira em y proporciona uma visão mais ampla desta questão. Após um percurso inicial de formação técnica e vivência prática, é igualmente natural e possível que, num ponto variável da vida profissional, que possamos nos direcionar às ocupações de natureza administrativa ou, em outra direção, a funções estritamente técnicas, ainda mais especializadas. A carreira em y considera que todos podem, num momento próprio da vida, escolher ocupações focadas na gestão (de pessoas, de negócios ou de projetos) ou ocupações de concentração mais técnica (onde os termos especialização, superespecialização e ultra-especialização são particularmente apropriados).

        A carreira em Y não pressupõe, como na carreira linear, que todos possuem as mesmas aspirações e que no final da carreira só existem funções gerenciais. A carreira em Y compreende dois segmentos distintos de evolução profissional, que permitem a melhor adequação entre o perfil individual; os desejos e ambições pessoais; além das habilidades e competências efetivas de cada um.

        Partindo então do autoconhecimento, cada um pode e deve pensar em qual trajetória é mais adequada, permitindo então o planejamento da carreira, ou seja, a busca por ocupações e desafios na direção que tem maiores chances de proporcionar sua realização como profissional e, principalmente, como pessoa.

        Qualquer escolha profissional pode oferecer realização, desde que satisfaça os seus próprios anseios;. É claro que o reconhecimento só será obtido de tal escolha for desempenhada com dedicação e competência. Para isso, investir em educação é essencial.

        Então, dentro de suas possibilidades (mas sempre pensando e procurando o máximo), a realização de cursos técnicos profissionalizantes, uma graduação no ensino superior e, depois, a continuação disso com cursos de especialização (lato sensu), mestrado e doutorado (estes dois últimos stricto sensu). Quanto maior o nível de educação, maior a remuneração. Além disso, existe no Brasil enorme demanda por profissionais portadores de educação superior em praticamente todas as áreas. Cursos de extensão e certificações profissionais são um ótimo complemento e proporcionam grande diferenciação profissional.

        Autoconhecimento, muito estudo e dedicação. Esta é uma receita de sucesso!